Los permisos que le das a la app de Facebook en tu teléfono

La app de Facebook para Android requiere bastantes permisos. Cuando pulsamos sobre aceptar, cedemos nuestro consentimiento para que Facebook accese a los siguientes datos:

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Permisos de Facebook
  • Dispositivo que tenemos e histórico de aplicaciones. Marca y modelo del teléfono, todas las app que han pasado por él o por cualquier otro teléfono en el que hayas tenido tu cuenta de Google, páginas que has visitado desde el navegador de tu teléfono, favoritos, etc.
  • Identidad. La app puede usar tu cuenta o la información de tu perfil en tu dispositivo.
  • Calendario. ¿Tienes eventos públicos o privados?  Podrán leer los eventos de tu calendario e información confidencial, así como “agregar o modificar eventos del calendario y enviar mensajes por correo electrónico a los invitados sin que los propietarios lo sepan”.
  • Contactos. Van a conocer todos los contactos que tienes en el teléfono, incluyendo los que ni siquiera recuerdas, aquel tipo con el que contrataste una mudanza o el taxista que te lleva de vez en cuando.
  • Localización. ¿No tienes activado el GPS? Además de la ubicación por GPS, también está la aproximada (según la red), la precisa (GPS y red) y le concedes acceso a “otros comandos del proveedor de ubicación”.
  • SMS. Te preguntarás: ¿para qué quieren leer mis sms? Podrán leer, recibir, editar o enviar tanto SMS como MMS.
  • Fotos, archivos y documentos multimedia.
  • Cámara. Tomar fotos y grabar vídeos.
  • Micrófono. Grabar audios.
  • Información sobre conexiones wifi. Nombre de las red y los dispositivos conectados.
  • Identificador del teléfono y llamadas. Conocer el identificador de tu teléfono, cada dispositivo tiene un id diferente, y saber si hay llamadas en curso y con qué número se estableció la llamada.
  • Otros. Consultar tu actividad en algunas redes sociales, escribir o acceder a las actualizaciones de tus contactos.

Algunos de estos permisos son básicos para que la app funcione, será complicado subir una foto si no damos acceso a la cámara, por ejemplo, pero otros, no parecen necesarios, como la capacidad de acceder a nuestros SMS.

Recuerda que Facebook no es gratis, para acceder a la red social les pagas con tus datos y cuanto más datos y más privados, mejor será el perfil que la red social haga sobre ti. Cuanto mejores son los perfiles de sus usuarios, más dinero obtienen, por ejemplo mediante publicidad, pues llevan a cabo una segmentación extraordinaria. Saben de nosotros, casi más que nosotros mismos.

Pero esto no es todo lo que Facebook sabe de ti, con esto no tenemos ni para empezar. Todavía no hemos comenzado a compartir nuestros estados, interactuar con nuestros contactos, ni subido fotos, ni nada, son simplemente los permisos de la app por defecto para instalarla en el teléfono. Sugiero leer “98 personal data points that Facebook uses to target ads to you” para hacerse una idea más aproximada de cómo nos ve red social.

Piensa en el valor de esta información para terceros, el banco donde quieres solicitar un préstamos, el seguro de coche que deseas contratar, el casero de tu apartamento, el doctor que te hace un chequeo antes de comenzar un nuevo empleo, la futura empresa donde te gustaría trabajar…

Más información:

Ayuda de Google: https://support.google.com/googleplay/answer/6014972?hl=es-419

É possível exibir um filme na sala de aula?

Na disciplina (CIN7202) Sociedade da Informação da Graduação em Ciência da Informação da UFSC, assistimos a um filme, um documentário sobre a vida de Aaron Swarz, sobre o qual já falamos no blog e que você pode assistir aqui.

Aaron Swartz
Aaron Swartz. Foto: Wikipédia, CC by-sa 2.0

Durante o documentário os alunos tinham que anotar coisas que não soubessem, pesquisar um pouco mais sobre algumas das pessoas que apareciam, em resumo, aprofundar um pouco mais para conhecer o contexto e a justificativa para compreender os motivos da atuação de Aaron Swartz, e conhecer um pouco melhor a Sociedade de Informação e o ativismo.

Ao finalizar o filme, além das questões que tinham que procurar, perguntei: é permitido o que fizemos hoje aqui? é legal no Brasil exibir um filme como esse que assistimos hoje na aula?

A turma, depois de pesquisar o que dizia a legislação, decidiu perguntar a alguém que soubesse sobre a máteria e enviaram um e-mail a MPLC Brasil (Motion Picture Licensing Corporation), que se apresentam no seu site como “parte de uma rede de empresas de licenciamento de exibições de obras cinematográficas que atua na América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul e está associada à MPLC – International”. Uma das alunas, Bárbara Balbis, foi a responsável de contatar com a companhia, perguntando se era possível a reprodução de filmes em sala de aula.

Segue a resposta da companhia:

Olá Bárbara, bom dia.
[…]
Somos uma rede internacional existente em mais de 20 países que outorga autorizações de locais para direitos audiovisuais há 25 anos e representamos mais de 400 distribuidores. Estamos no Brasil desde 2005 e mais de 800 lugares já possuem a Certificação de Locais para a exibição de obras audiovisuais.

Queremos ajudá-los a organizar este tipo de atividade para o seu projeto. É uma atividade fácil e agradável! Possuímos 2 tipos de autorização: a Guarda-Chuva (local específico) e a Evento Público (vários locais ou local específico).

A autorização Guarda-Chuva MPLC Brasil “Cine Cultural” é válida por um ano e outorga um lugar específico (uma sala ou um auditório), dando direito a exibições de filmes autorizados pelos nossos distribuidores associados (Warner, Sony, Disney, Fox, Paramount, Universal, UIP, entre outros)*, sem cobrança de entrada. Sendo assim, não é necessária uma autorização que inclua a exibição de cada título. Para exibir, basta que o filme tenha pelo menos 3 meses de lançamento no mercado de vídeo doméstico. A autorização Guarda-Chuva da MPLC Brasil tem um baixo custo. É importante lembrar que adquirindo a autorização estará cumprindo o artigo 29 da Lei 9.610/1998, que diz ser necessária a obtenção de autorização prévia do detentor dos direitos do filme.
No caso da autorização Evento Público, é necessária a prévia consulta ao distribuidor de cada título e o valor é calculado de acordo com a quantidade de público esperado para cada exibição.

Respondendo a sua pergunta se é permitido por lei a exibição de filmes (nacionais ou internacionais) em sala de aula, toda exibição fora de casa ( conceito Home Entertainment) necessita de autorização dos detentores dos direitos para ocorrer. Nesse sentido, qualquer exibição complementar através de fonte exibidora como, DVD, BD, Streanming, VOD ( Net Now, SKY, Netflix), download legal e cópias digitais necessita de autorização e recolhimento dos direitos.

Ao adquirir uma obra nesses formatos, o detentor somente permite a exibição sem recolhimento de direitos ocorram dentro de uma residência, com o intuito de entreter os moradores e as exibições públicas, fora de casa, necessitam de uma autorização.

As condições para este tipo de autorização são:

– O serviço de exibições deverá ser inteiramente gratuito, não podendo ser cobrado pela entrada (ticket) ou acesso aos filmes/ sessões.
– A obra escolhida deverá pertencer a um distribuidor associado a MPLC (lista anexada).
– Nossas autorizações são destinadas ao uso de obras audiovisuais em DVD, Blu-ray, cópia digital original que foram comercializados para o mercado de vídeo doméstico (Home Entertainment) e VHS.
– Todos os títulos (filmes, shows, etc) deverão aguardar 3 meses após o seu lançamento comercial de compra ou locação para então serem exibidos publicamente.
– Se título for uma produção nacional, então sua disponibilidade deverá ser consultado a MPLC com antecedência.
– Obras Nacionais da SONY / COLUMBIA estão temporáriamente suspensas.

[…]

Segundo eles “toda exibição fora de casa ( conceito Home Entertainment) necessita de autorização dos detentores dos direitos para ocorrer“. Além disso é preciso cumprir uma série de condições: não ter fins comerciais, que sejam obras do catálogo que eles representam, etc.

O e-mail continua oferecendo dados sobre o procedimento de aquisição e solicitando os dados precisos para o cadastro e a lista de distribuidores associados, finalizando com uma educada despedida do comercial.

A resposta parece seguir a tendência atual da indústria cultural e do entretenimento, que para reproduzir um filme completo em sala de aula, temos que pagar independentemente dos fins educacionais. As associações arrecadadoras de direitos autorais do setor audiovisual, oferecem licenças individuais e guarda-chuvas para que os interessados em exibir filmes possam conseguir sua licença, logicamente, pagando.

Na verdade, a pergunta tinha truque. Assistimos a esse filme por ter uma licencia Creative Commons (Public Domain 1.0). Isto é, um filme que legalmente podemos fazer download, copiar, compartilhar ou assistir na aula sem problemas.

A legislação brasileira (lei 9.610) não ajuda muito aos professores, pois lendo as limitações e exceções (Capítulo IV, Das Limitações aos Direitos Autorais) é complexo saber se podemos passar um filme na aula ou não.

Da mesma forma que o movimento de Acesso Aberto luta pela liberação da informação científica e se serve das licenças Creative Commons, devemos lembrar que qualquer obra pode ser licenciada, como uma música ou também um filme. Este tipo de obras não oferecem tantos problemas como as que tem copyright, pois não vai ter problemas por exibir na sala de aula.

Compreendem agora a importância de licenciar nossas obras com licenças Creative Commons?

O Menino da Internet: A História de Aaron Swartz [filme completo]

Aaron Swartz foi um programador e ativista estadunidense que lutava pela liberdade na internet e liberação do conhecimento. (Mais info na Wikipédia: Aaron Swartz). A história de sua vida é muito interessante e uma fonte de inspiração para os profissionais da informação numa sociedade cada vez mais tecnológica.

The internet's own boy. (Sundance festival poster)
The internet’s own boy. (Sundance festival poster)

A continuação o documentário completo”O Menino da Internet: A História de Aaron Swartz” (The Internet’s Own Boy: The Story of Aaron Swartz) que resume seu trabalho e seu posicionamento político e social.

Pode assistir aqui ou baixar de Archive.org (https://archive.org/details/TheInternetsOwnBoyTheStoryofAaronSwartzHD) em vários formatos.

Para ver legendas em português, faça click em cc.

No contexto da disciplina Sociedade da Informação, assistimos ao filme e fizemos uma listagem de alguns dos tópicos e personagens interessantes, sobre os quais sugiro pesquisar, para aprender como é nossa realidade, a atual sociedade da conexão desde o ponto de vista tecnológico, onde internet é uma ferramenta fundamental para aprender, fazer negócios, nos comunicar, desfrutar do lazer ou compartilhar informação.

Alguns dos tópicos de interesse:

  • Acesso Aberto (OA)
  • Conhecer para hackear
  • Copyleft
  • Copyright
  • Creative Commons
  • Cultura Livre
  • Domínio Público
  • Guerrilla Open Access Manifesto
  • Jimmie Wales
  • Lawrence Lessig
  • Não existe o posicionamento neutral
  • Open Library .net
  • RSS
  • Termos de uso e licenças
  • Tim Berners Lee
  • Watchdog
  • Wikileaks
  • ..

E você, gostou do filme? conhece outros filmes que possam ser de interesse para Sociedade da Informação?

Fonte da fotografia: Wikipédia, https://en.wikipedia.org/wiki/File:TOBSAS_poster.jpg