Entrevista a Yuval Harari em português [video]

Yuval Noah Harari em Roda Viva (Tv Cultura)

O programa da TV Cultura «Roda Viva» entrevistou ao professor e escritor Yuval Harari, autor, entre outros, de Sapiens, Homo Deus e 21 Lições para o Século 21.

Durante a entrevista o autor aponta alguns dos argumentos sobre os que disserta nos seus livros para explicar alguns dos problemas sociais do presente e como enxerga o futuro da Sociedade da Informação.

É especialmente interessante como coloca em diversos pontos da entrevista o perigo de uma «ditadura digital», um contexto aonde os cidadãos prescindem totalmente da sua privacidad até em níveis fisiológicos e passam a ser monitorados pela autoridade. Um cenário assustador.

Um interessante entrevista que pode ajudar a refletir sobre alguns dos principais questionamentos dos usos da tecnologia e suas implicações económicas e sociais.

Os telefones que controlam humanos [videos]

Os nossos telefones jogam principalmente um jogo,  o jogo da persuasão. Inúmeras notificações, tarefas pendentes, mensagens por responder, aquela sensação de perder alguma coisa importante quando não estamos perto dele…

Os celulares estão num lugar central nas nossas vidas e aqueles que constroem as apps tem um objetivo claro: nos explorar o máximo possível para o seu benefício.

O conceito de trabalho e trabalhador mudou sutilmente, agora aquilo que chamamos de ocio (usar nossas mídias sociais por exemplo), pode ser enxergado como um tipo de trabalho «voluntário» executado para benefício de uma multinacional, oferecendo nosso tiempo e nossos dados a cambio de uns likes ou uns retweets.

Em outro momento falaremos de como o famoso  sistema para evitar bots: CAPTCHA, utilizou humanos para trabalhar para ele de graça.

Um antigo trabalhador da Google, Tristan Harris, explica como os telefones são desenhados para sequestrar nossa atenção.

Se acha que o telefone não influencia sua vida, tente ficar longe dele e dar um uso mais racional, tente manter o controle sobre ele e não ao contrário. Não é simples ficar distante de uma ferramenta que usamos com tanta frequência.

Um bom método para auxiliar a utilizar menos o telefone talvez seja seguir a recomendações de Jason Lanier, autor de «Os dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais». Neste vídeo explica alguns truques para retomar o controle da sua vida.

E você, consegue controlar o uso do seu telefone?

Para saber mais:

A Former Google Employee on How Your Phone Is Designed to Control Your Life https://www.theatlantic.com/video/index/515355/google-employee-says-your-phone-is-controlling-your-life/

Como procurar um hashtag no Twitter

Hashtag #SociedadeInfo no Twitter

Um hashtag é uma palavra-chave precedida do símbolo #, que pode ser utilizado para ‘categorizar’ conteúdo nas mídias sociais.

Alguns alunos me perguntam como podem seguir o hashtag #SociedadeInfo em Twitter, aonde compartilho notícias relacionadas com nossa Sociedade da Informação que vão desde avanços de Inteligência Artificial, Deepfakes, o método científico, comunicação, copyright ou privacidade até Fake News ou sobre os problemas sociais do uso da tecnologia.

O procedimento pra procurar um hashtag em Twitter é simples e não precisa de nenhum registro na mídia social:

  1. Entrar na busca avançada de Twitter: https://twitter.com/search-advanced
  2. No campo «Hashtag» colocar: #SociedadeInfo e presionar sobre «Buscar/Search»
  3. Uma vez aparecem os resultados presionar sobre a aba: «Mais Recentes». Assim terá todos os tweets e ficarão ordenados de mais novos a mais antigos.

Agora já pode dar uma olhada geral, as vezes tweets de há uns meses podem ser mais interessantes do que os últimos compartilhados.

Outra opção é fazer click neste link que levará ao resultado do já explicado.

Se tiver algum problema com notícias em outras línguas além do português, tem muitas opções na internet que podem auxiliar você. 😉

Boas leituras!

Informação e desinformação na era das manchetes

Informação e desinformação. Definições

A presente notícia é apenas um conjunto de ideias pra refletir sobre a informação hoje, sobre o que lemos e como passamos nossa mensagem aos outros.

Não sempre é simples diferenciar o que eu gosto/quero de como são as coisas, será que é importante diferenciar entre fato e ficção, entre verdadeiro e falso? Bom, pra manter a democracia, sim.

Cuando la verdad no importa.

Vamos começar com umas definições para entender os conceitos principais do assunto.

La información es un conjunto organizado de datos procesados, que constituyen un mensaje que cambia el estado de conocimiento del sujeto o sistema que recibe dicho mensaje.

Wikipedia. Información

Bom, se a informação apresenta uma definição simples, para desinformação a UNESCO decide dividir em 3:

Desinformação: informação falsa e deliberadamente criada para prejudicar uma pessoa, um grupo social , uma organização ou um país.


Informação incorreta: informação falsa, mas não criada com a intenção de causar algum dano.


Má-informação: informação que é baseada na realidade, mas usada para causar danos a uma pessoa, organização ou país.

UNESCO. Desinformação.

Mas não é apenas uma questão de erros, a desinformação tem um objetivo que poderia ser resumido como:

«O objetivo da desinformação é que vc pense que tudo é mentira»

Marta Peirano. Entrevista a Marta Peirano: “Facebook es un paraíso fiscal de la información”.

As notícias falsas não são inocentes mentiras, podem ser utilizadas para desestabilizar países ou colocar em risco a democracia. Estamos falando de um assunto que é monitorado pelos serviços de Inteligencia dos países, como o caso do CNI na Espanha.

Se quer saber um pouco mais sobre Fake News, pode ler o post (Fake News: Pós-verdadeiro ou falso ) e assistir ao vídeo.

Para uma primeira aproximação, a IFLA oferece algumas dicas básicas para saber como identificar mentiras.

IFLA. Como identificar notícias falsas.

Leitura

É preciso ler mais e ler melhor. Entender o que se lê.

Quais são as fonte de informação que utiliza? Quem é o autor? Quem paga o salário? Da pra acreditar? O grande especialista é um terraplanista?

Por quê vc lê o que lê? Quem ou que te enviou essa notícia? Como vc chegou até ela ou ela até vc?

Vc acessa à informação? Como? O que acontece quando a informação tem um paywall? Poderia acessar a essa informação de algum jeito? Sim, pode: Cómo saltar el muro de pago de un diario en línea.

Equilibrio entre o nosso conhecimento e a confiança no critério dos expertos (de verdade).

Quem controla a narrativa, controla o discurso. As vezes precisamos aprofundar nos estudos científicos ou nos dados pra entender sobre um assunto.

Sabe diferenciar a informação da propaganda? Consegue evitar os clickbaits? Sabe fugir dos conteúdos de Taboola ou Outbrain?

É importante ser conscientes que podemos estar errados, a aprendizagem é melhorar sempre. A ciência é a busca permanente da verdade.

Vieses

Os humanos analisamos a realidade pelo conhecimento adquirido até o momento. Mas não esqueça:

«Para quem só sabe usar martelo, todo problema é um prego»

Ditado popular brasileiro

Todos cometemos erros, temos preconceitos e vieses. Um dos mais comuns é o viés de confirmação, que é a «tendência de se lembrar, interpretar ou pesquisar por informações de maneira a confirmar crenças ou hipóteses iniciais».

Alguns assuntos são muito complexos, não temos como saber todo, e a simplificação dos mesmos pode nos levar a conclusões erradas.

Suas ideias são suas? Vc não está reproduzindo o que falam seus colegas/chefes/políticos de estimação?

As mensagens que vão diretas a suas emoções deveriam ser avaliadas com a maior precaução.

Mensagens

Qual é o seu propósito final? O que vc gostaria de conseguir exatamente e como vai chegar até la. Qual é o caminho que vai seguir?

Qual é a sua mensagem? Aonde você compartilha sua mensagem, no espaço físico (qual?), no espaço digital (aonde)?

As mensagens devem estar adequadas ao público destinado. Como regra geral as mensagens devem ser simples e claras, pra que a maior parte da população objetivo possa entender.

As mensagens e as emoções tem uma forte ligação no contexto da pós verdade. As emoções nos fazem sentir a necessidade de compartilhar ou comentar nas mídias sociais. Algumas palavras captam melhor nossa atenção, como os termos relacionados com a moral e as emoções (crime, piedade, direito / medo, amor, choro), já que chamam mais a atenção nas mídias sociais do que os termos neutros:

«We found that moral words (such as crime, mercy, right), emotional words (such as afraid, love, weep) and moral-emotional words (such as abuse, honor, spite) captured more attention than neutral ones (such as coast, novel, maze)» (…)»Moral and emotional words (such as lewd, kill, evil, faith and sin) were the most captivating.«(…) «But positive moral messages also gain traction on social media.«

Why Moral Emotions Go Viral Online

A indignação é outra das chaves, mas as vezes pode ser uma faca de dupla gume, depende como se utilize. (Cómo nos manipulan y polarizan las emociones en redes sociales).

Outros autores como Fogg insistem na importância da esperança como sentimento motivador das pessoas.

Na hora de comunicar uma informação as mensagens devem sair da nossa bolha física (universidade) e da digital (círculo de contactos). É importante tentar chegar a lugares aonde tradicionalmente não chegam.

As palavras das mensagens devem ser refletidas, a linguagem cria nossa realidade ou ajuda muito a criá-la.

O que se fala sobre mim/meu propósiro? Quais são os comentários que aparecem na internet sobre mim/minha empresa? É importante fazer um seguimento pra poder posicionar um discurso mais favorável.

E por último, não esqueçam que as melhores mentiras são aquelas que tem uma parte de verdade. É uma das estratégias mais simples de manipulação e desinformação.

Bibliografia e links de interesse

Alfabetização e segurança digital: melhores práticas de uso no Twitter. https://www.oas.org/pt/ssm/cicte/docs/20190916-POR-Alfabetismo-y-seguridad-digital-Twitter.pdf

Castells, M. (2005). A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra.

Castells, M. (2012). Redes de indignación y esperanza: los movimientos sociales en la era de Internet.

EFF. Quer um kit básico de segurança? https://ssd.eff.org/pt-br/playlist/quer-um-kit-básico-de-segurança

El lenguaje configura nuestra visión del mundo. https://www.nuevatribuna.es/articulo/cultura—ocio/lenguaje-configura-nuestra-vision-mundo/20190425175507162173.amp.html

Foog, BJ. A behavior model for persuasive design. DOI: 10.1145/1541948.1541999

Matute, H. Nuestra mente nos engaña: sesgos y errores cognitivos que todos cometemos. Shackleton Books, 2019.

We need to talk about the internet’s fake ads problem. Wired. 2017 https://www.wired.co.uk/article/fake-news-outbrain-taboola-hillary-clinton

Cómo saltar el muro de pago de un diario en línea

Entre las misiones de un bibliotecario o un profesional de la información está la de disponibilizar y procurar que sus usuarios accedan a la información.

En la actual Sociedad de la Información, donde la desinformación circula a una velocidad mayor que la información contrastada y las redes sociales y chats son los principales canales de distribución de información manipulada, el periodismo sufre de las consecuencias de una crisis permanente por sobrevivir.

Sin una respuesta definitiva al mejor modelo de negocio y con la intención de recuperar el respeto perdido en la última década, algunos medios en línea utilizan un muro de pago (paywall) que puede estar implementado sólo para lectura de usuarios registrados en la plataforma o para suscriptores de pago. 

La mayor parte de mis alumnos reconoce estar expuestos a entre 50 y hasta 100 titulares por día. Entre todas ellas afirman interesarse apenas por entre 2 y 5 noticias para leer completas.

En el contexto brasileño, como sucede en el internacional con el Washington Post por ejemplo, cada vez existen más sitios de pago o con registro, desde la Folha de Sao Paulo hasta los diarios regionales.

Sucede que cuando los alumnos llegan a una noticia de estos medios, afirman saltarla y pasar a otro medio que sea gratis. 

En un contexto así, de lucha contra Fake News y desinformación me pregunto: ¿el profesional de la información debería facilitar el acceso a los usuarios por el bien de la sociedad? ¿debemos evitarlo y reforzar el mensaje de que la información de calidad debe ser pagada? ¿debemos permitir que la sociedad continue su proceso de idiotización disculpándonos en la defensa de los derechos de autor?

Si no tienes dinero para pagar un diario ni cumples las condiciones para acogerte a una cuenta gratis existe la posibilidad de entrar en la web: www.outline.com, pegar la url de una noticia bloqueada, crear una nota y así poder acceder a su contenido.

Una colega, Iara Vidal, comenta que se puede añadir al principio de la url que deseas leer: «outline.com/» (sin las comillas) o utilizar una extensión de firefox «Send to Outline».

Sérgio Camargos afirma por Facebook que la extensión Toggle JavaScript para Chrome funciona bien para los paywalls basados en JavaScript.

¿Conoces otros métodos para acceder a la información?

Paywall: El Negocio de la Academia (película en inglés con subtítulos)

Paywall: The Business of Scholarship

Si te interesa el mundo de la comunicación científica el documental «Paywall: The Business of Scholarship» es imprescindible para entender como funciona el oligopolio de las publicaciones.

El mundo de la academia (o de la universidad) es exigente y tenemos la obligación de publicar artículos científicos, esto es, contribuir a la ciencia.

La evaluación de científicos en cada país es un poco diferente, así como la exigencia de publicación y en qué revistas. En el caso Europeo, por ejemplo, se privilegian unas bases de datos como Elsevier o Web of Science (Clarivate) presumiendo unos criterios de «calidad» que no siempre tienen.

La película está en inglés y le he añadido los subtítulos (en inglés también), porque no la encontré subtitulada en ninguna plataforma en línea. Así que la he subido a mi canal de Youtube porque su autor, Jason Schmitt, la ha liberado con una licencia Creative Commons CC BY 4.0, que sólo exige el reconocimiento de autoria de la obra.

¿Qué te ha parecido el documental? ¿Cómo podríamos mejorar la comunicación científica y su evaluación?

Fake News: Pós-verdadeiro ou falso [video]

Fake News + Pós verdade = A cilada do século 21 (Cartaz do evento)

A professora Elisa Delfini Correa (CV Lattes), da UDESC, me convidou a participar de uma aula aberta intitulada «Fake News + Pós-verdade = a Cilada do século 21». Já que não consegui estar presencialmente, fiz um video pra o evento, que aproveito pra compartilhar com todos vocês.

A desinformação, segundo a UNESCO, pode ser definida como «informação falsa criada propositalmente pra danificar uma pessoa, grupo social, organização ou país»

Na área de Ciência da Informação frequentemente se considera que a Competência em Informação ou Competência Digital é a solução ao problema da desinformação, mas parece uma abordagem muito reducionista do problema. As Fake News na atual sociedade da informação tem o grau de assunto de estado, aonde os serviços de inteligência de alguns países estão sob alerta pra tratar de monitorar e lutar contra o problema (O Centro de Inteligência da Espanha combatirá as Fake News (es), FBI anuncia da interferência da Rússia nas eleições de 2020 (en)).

A desinformação, como veremos no vídeo, é um assunto complexo aonde estão envolvidos fatores racionais e irracionais assim como nossos preconceitos e vieses. E não simplesmente pelo fato de termos maior formação numa área ou outra significa que somos imunes à desinformação.

A proposta de soluções apresentada no vídeo está baseada em 3 elementos:

  • Educação e formação humanista, baseada na ciência
  • Apoio do algoritmos pra evitar espalhar informações falsas
  • Exposição das fontes que compartilham falsedades

Se quiserem, aqui tem a apresentação em Slideshare

Fake News: Pós-verdadeiro (X) / Falso (X) de Enrique Muriel

Podem seguir no twitter as notícias que vou postando com o hashtag #FakeNews.

E você, quais acha que poderiam ser as soluções ao problema da desinformação?

Para ampliar:

Nuestro mundo es mejor hoy que en el pasado

Hoy vivimos mejor que unas décadas atrás. Con el pasar del tiempo perdemos la perspectiva de cómo éramos, idealizando el pasado y percibiendo con más intensidad las cosas negativas del presente sin prestar atención a los logros alcanzados.

Con esta entrada no quiero sugerir que debemos dejar de trabajar para mejorar nuestro presente y futuro, sólo pretendo colocar en perspectiva nuestro mundo de hoy.

Los indicadores que presento a continuación son datos objetivos suministrados por los propios países u organismos internacionales.

Los gráficos se centran en Brasil y España no para realizar una comparación, que no es el objetivo de este post, la idea es simplemente ilustrar lo que sucede en cada uno de los dos países por separado.

Salud

Esperanza de vida
Número de recién nacidos fallecidos
Número de madres fallecidas durante la gestación o el parto
Muertes por ECV (Enfermedad Cerebrovascular), Cáncer, Diabetes o ERC (Enfermedad Renal Crónica) entre 30 y 70 años (%)

Pobreza, desarrollo, infraestructuras y tecnología

Tasa de pobreza mundial Índice de desarrollo humano Personas usando servicios de saneamiento seguros
Acceso a la red eléctrica
Transporte aéreo por salidas a todo el mundo
Líneas de telefonía móvil
Usuarios de internet

Educación y cultura

Gasto en educación comparado con el PIB (Producto Interior Bruto)
Libros nuevos publicados al año por cada millón de habitantes

Sin lugar a dudas los resultados de estos indicadores no son perfectos, hay mucho camino por andar, pero para recuperar un poco de fuerzas y continuar caminando no hay nada como sentir la pequeña alegría de que algunas cosas están cambiando para mejor.

Y no te olvides que estos indicadores de salud, desarrollo, infraestructuras, tecnología y cultura no han mejora por arte de magia, la ciencia está detrás de la mejora de las condiciones de vida del ser humano, sin ciencia no hay medicina, saneamiento básico ni electricidad, sin ciencia no tendríamos ni las estadísticas aquí presentes ni estarías leyendo este post en tu dispositivo, conectado con un servidor, probablemente a miles de kilómetros o en otro continente.

Si queremos continuar mejorando, necesitamos invertir más en ciencia .

Como contrapunto a estos datos, un interesante artículo de Jason Hickel titulado «A letter to Steven Pinker (and Bill Gates, for that matter) about global poverty» https://www.jasonhickel.org/blog/2019/2/3/pinker-and-global-poverty donde se rechaza el punto de vista de la mejora en la pobreza mundial.

Twitteros da Ciência da Informação no Brasil

Há tempo que tinha vontade de fazer uma listagem dos usuários de Twitter que trabalham com Ciência da Informação no Brasil (tanto brasileiros quanto estrangeiros que trabalham por aqui). Nos ENANCIB sempre proponho um encontro pra nos ver frente a frente e conversar um pouco, mas fica reduzido a um pequeno grupo que consigue ir.

Além disso, no meu caso utilizo Twitter pra compartilhar todo tipo de notícias sobre CI em inglês, espanhol e português além de usar um hashtag #SociedadeInfo para as aulas de Sociedade da Informação mas também aberto pra quem quiser contribuir.

Como a nossa comunidade no parece ter muita representação no Twitter e este pode ser um bom momento pra reforzar nosso relacionamento e compartilhar as pesquisas dos colegas ou notícias interessantes, entre outros.

Pra isso estou fazendo uma listagem (em permanente atualização). Os critérios de inclusão são os seguintes:

  • Que sejam individuos e não entidades ou organizações.
  • Que falem sobre nosso objeto de estudo e áreas correlatas: informação, arquivos, bibliotecas, etc.
  • Que não façam (muita) publicidade de um determinado serviço ou produto .
  • Que não tenham seu usuário com cadeado (se entende que é uma conta «privada»)
  • Que usem Twitter! alguns usuários só escrevem um tweet cada 2 meses.
  • Que seus tweets não sejam um link a outra mídia social.

Por que? Bom, vc não esta cansado de ver só coisas de políticas no Twitter? ou de um esporte que vc não se interessa? não está cansado de ver só coisas negativas? Então, vamos tentar compartilhar um pouco mais coisas que temos em comum, valorizar o feito pelos colegas e compartilhar o que fazemos na nossa área, uma área com fins sociais.

Se vc quer seguir as últimas atualizações da CI brasileira no Twitter, pode usar essa lista: https://twitter.com/enriquemuriel/lists/ci-ncia-da-informa-o e se acha que falta alguém que está dentro dos critérios, me envie uma mensagem no twitter @enriquemuriel e tentamos adicionar na lista.

Os usuários presentes no início da lista (Março 2019) são:

Estante de Bibliotecária @EstanteBiblio
 Biblioteconomia e áreas afins.  Leituras . Izabel Lima .  Mestranda em #Biblioteconomia(UFCA) 
Andre L Appel @AndreLAppel
PhD candidate at IBICT/UFRJ, Brazil
milton shintaku @miltonshintaku
Diego Abadan @DiegoAbadan
Ricardo M Pimenta @RicardoMPimenta
Researcher at Brazilian Institute of Information for Science and Technology #IBICT Professor at Information Science Graduate Program IBICT/UFRJ
Sarita Albagli @saritaal
Iara VPS @iaravps
iara, pronounced yara (she/her/ela). Phd student. Português, English & un poquito de español. I claim no rights other than attribution. #altmetrics#OpenCon
Ronaldo F. Araújo @ronaldfar
LIS Professor. Open Science, Sci Comm, Cybermetrics, Altmetrics, Research evaluation & Digital democracy, Digital Sci Mkt. Head at Lab-iMetrics (UFAL)
DeaDoyle @hibridaart
Information Science PhD student, interested in critical information literacy and artificial intelligence. Mother, (to-be-ex)smoker & home cook. Posts pt/en/fr
juliana Fachin @julifachin
Graduada em Biblioteconomia, Mestre e Doutoranda em Ciência da Informação/UFSC. Atua: Publicação científica, Fontes de informação, GED, Acesso à informação.
Lúcia da Silveira @luciadasilveira
Apaixonada pela natureza, amigos, família, um bom café e claro pela ciência aberta!
Priscila Sena @Pri_MBS
Doutoranda e Mestre em Ciência da Informação pela UFSC/FLO. Bibliotecária pela UFMT/ROO.
Elisa Correa @elisadel
Doutora em Sociologia Política e professora de Biblioteconomia. Uma brasileira indignada.
Patricia Neubert @neubertpatricia
Doutoranda PGCIN/UFSC. Comunicação científica. Periódico científico. Acesso Aberto. Filosofia e Sociologia da Ciência.
Claudio França @claudiomai
Corrida de rua | Métricas e bibliotecas | Fluminense | Ufes e Unirio
Oswaldo F Almeida Jr @OFAJ
Jorge do Prado @jorgedoprado
Scientific Development Chief at @SenacSC. PhD Candidate in Information Science at @UFSC. @IFLALAC Information Coordinator.
Daniel Flores @DanielFloresBR
Aprendiz/aficionado por Arquivologia, Gestão Eletrônica de Documentos/GED, Patrimônio Documental e Software Livre/Arquivística. ICA-AtoM, Archivematica, RODA…
Vinícius M. Kern @vmkern
Peer review, socio+technical information systems. Professor of information science @ UFSC/CIN. Tweets in EN-ES-PT. ORCID 0000-0001-9240-304X.
Paula Carina Araújo @paulacarina
PhD Candidate at UNESP, Fulbright Alumni, Non-Degree Visit Student at @UW_iSchool from 2016/2017. Reference Librarian at @sibiufpr
Fábio Castro Gouveia @fgouveia
Data Science, Scientometrics & #Altmetrics. Science Comm., Int. Design, Bioinformatics. #BlockchainTechnology Enthusiast – (EN & PT posts)
anneclinio @anneclinio
Information Sci PHD; researching open science, open lab notebooks, citizen science and commons; working at Fiocruz (VPEIC). Dance lover. Pt-Eng-Esp.
Tiago Murakami @trmurakami
Bibliotecário e corinthiano
deiafix @deiafix
professora universitária, bibliotecária, ex-modelo e atriz, mãe do João.

E se achar oportuno, compartilhe a notícia no Twitter ou aonde vc quiser 🙂

Derechos de autor y Creative Commons en el Acceso Abierto [video]

«La urgencia sobre Derechos de Autor: el caso de las licencias Creative Commons»

Hace unos días Julio Santillán Aldana (@santillan) me invitó a participar de una serie de vídeos titulado: «La urgencia de una cultura sobre derechos de autor: el caso de las licencias Creative Commons«, junto al propio Julio y a Erick Iriarte Ahon.

Esta participación se encuadra dentro del ciclo de conferencias de la semana de acesso abierto UNAM Unlocked 2018.

En el vídeo trato de abordar de forma general algunos de los asuntos más comumente discutidos sobre licencias Creative Commons, el Acceso Abierto o el polémico uso de la cláusula NC (no comercial), entre otros.

Disculpad por la calidad, mi teléfono y la wifi donde estaba no ayudaron mucho.

El vídeo, lógicamente tiene una licencia CC by. 😉

Y vosotros, ¿qué pensáis sobre estas cuestiones?