Un titular que resume la desinformación en 2020

Este titular de El País (España), del 24 de abril de 2020 resume las consecuencias de las Fake News, la desinformación, la posverdad, la pandemia y sobre todo, la idiotez, en sólo 16 palabras.

Enlace:

Los médicos, tras las palabras de Trump: “Por favor, no coman pastillas de detergente ni se inyecten ningún tipo de desinfectante” https://elpais.com/internacional/2020-04-24/por-favor-no-coman-pastillas-de-detergente-ni-se-inyecten-ningun-tipo-de-desinfectante.html

A Desinformação nossa de cada dia

No dia 17 de abril, Elisa Corrêa (PPGInfo/UDESC), Leonardo Ripoll (BU/UFSC) e eu (PGCIN/UFSC) fizemos uma aula aberta ao vivo no Youtube intitulada «A Desinformação nossa de cada dia».

Durante a aula alcançamos um público de 273 pessoas assistindo ao vivo com muitas interações dos espectadores, com numerosas perguntas e observações.

Alguns dos assuntos que abordamos foram:

  • Por que existe desinformação?
  • Como se desinforma?
  • Quem ganha com a desinformação?
  • Por que se fala agora tanto sobre Fake News e desinformação?
  • A desinformação danifica a nossa sociedade?
  • Soluções à desinformação?
  • Como é que eu poderia lutar contra a desinformação?
  • O que poderia fazer a CI (Ciência da Informação) para lutar contra a desinformação?
Aula Aberta A Desinformação nossa de cada dia. Completa.
Referências Elisa Corrêa

D’ANCONA, Matthew. Pós-verdade: a nova guerra contra os fatos em tempos de fake news. Barueri: Faro Editorial, 2018.

HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.

SCHOPENHAUER, Arthur. 38 estratégias para vencer qualquer debate: a arte de ter razão. Tradução Camila Werner. São Paulo: Faro Editorial, 2014. Disponível em: http://faroeditorial.com.br/wp-content/uploads/2017/04/38_estrategias_mini_livro1.pdf . Acesso em: 20 dez. 2019.

Referências Leonardo Ripoll

CARRAHER, David William. Senso crítico: do dia-a-dia às ciências humanas. São Paulo: Livraria Pioneira, 1983.

CHEN, Xinran et al. Why Students Share Misinformation on Social Media: Motivation, Gender, and Study-level Differences. The Journal of Academic Librarianship, v. 41, n. 5, p. 583-592, sep. 2015. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0099133315001494.

FLORIDI, Luciano. Information: a very short introduction. Oxford: Oxford University Press, 2010.

LEITE, Leonardo Ripoll Tavares; ARDIGO, Julibio David. Confiabilidade informacional nos conteúdos online: perfil dos estudantes de Biblioteconomia da UDESC. Revista ACB, [S.l.], v. 23, n. 2, p. 267-288, jul. 2018. ISSN 1414-0594. Disponível em: https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/1412.

LEITE, Leonardo Ripoll Tavares. Confiabilidade informacional: a Filosofia da Informação e o desenvolvimento da leitura crítica no ambiente virtual. 129 p. Dissertação (Mestrado) – Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências Humanas e da Educação, Programa de Pós-Graduação em Gestão de Unidades de Informação, Florianópolis, 2018. Disponível em: http://sistemabu.udesc.br/pergamumweb/vinculos/000050/0000500b.pdf.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. 3. ed. São Paulo: Ed. 34, 2010.

MORETZSOHN, Sylvia Debossan. «Uma legião de imbecis»: hiperinformação, alienação e o fetichismo da tecnologia libertária. Liinc em revista, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, p. 294-306, nov. 2017. Disponível em:  revista.ibict.br/liinc/article/view/4088.

RIPOLL, Leonardo; CANTO, Fábio Lorensi do. Fake news e «viralização»: responsabilidade legal na disseminação de desinformação. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 15, p. 143-156, dez. 2019. ISSN 1980-6949. Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/1364.

RIPOLL, Leonardo; MATOS, José Claudio Morelli. Zumbificação da informação: a desinformação e o caos informacional. RBBD, São Paulo, v. 13, p. 2334-2349, dez. 2017. ISSN 1980-6949. Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/918.

RIPOLL, Leonardo. Por um advocacy contra a desinformação: entendendo a disseminação das fake news e reconfigurando o papel do profissional da informação. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 28., 2019, Vitória. Anais… . São Paulo: Febab, 2019. p. 1 – 6. Disponível em: https://portal.febab.org.br/anais/article/view/2381/2382.

SANTANA JÚNIOR, Célio Andrade; LIMA, Camila Oliveira. O papel das máquinas sociais na formação de opinião em rede. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, p. 307-322, nov. 2017. Disponível em: http://revista.ibict.br/liinc/article/view/3940.

Referências Enrique Muriel-Torrado

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Blanco, P. R. (2020). ¿A quién beneficia la avalancha de bulos sobre el coronavirus? | Blog Hechos | EL PAÍS. Retrieved April 10, 2020, from https://elpais.com/elpais/2020/03/21/hechos/1584803141_948265.amp.html

Colomina, C. (2019). La desinformación de nueva generación. Retrieved April 10, 2020, from http://anuariocidob.org/la-desinformacion-de-nueva-generacion/

Como agir frente à desinformação científica (Fake News). 2019. http://enriquemuriel.prof.ufsc.br/como-agir-frente-a-desinformacao-cientifica-fake-news/

El lenguaje configura nuestra visión del mundo. https://www.nuevatribuna.es/articulo/cultura—ocio/lenguaje-configura-nuestra-vision-mundo/20190425175507162173.amp.html

Fogg, B. J.: A behavior model for persuasive design. Proceedings of the 4th International Conference on Persuasive Technology – Persuasive ’09. (2009). https://doi.org/10.1145/1541948.1541999 11

García Orosa, B., Gallur Santorun, S., & López García, X. (2017). El uso del clickbait en cibermedios de los 28 países de la Unión Europea. Revista Latina de Comunicacion Social, 72, 1261–1277. https://doi.org/10.4185/RLCS-2017-1218

Guess, A., Nagler, J., & Tucker, J. (2019). Less than you think: Prevalence and predictors of fake news dissemination on Facebook. Asian-Australasian Journal of Animal Sciences, 32(2), 1–9. https://doi.org/10.1126/sciadv.aau4586

Harari, Y. N. (2018). 21 Licoes Para O Seculo 21. São Paulo: Companhia das Letras.

Informação e desinformação na era das manchetes. 2019. http://enriquemuriel.prof.ufsc.br/informacao-e-desinformacao-na-era-das-manchetes/

Lorenz-Spreen, P., Mønsted, B.M., Hövel, P. et al. Accelerating dynamics of collective attention. Nat Commun 10, 1759 (2019). https://doi.org/10.1038/s41467-019-09311-w

Olaya, V. G. (2020). Las ‘fake news’ derrotaron a la Armada Invencible. Retrieved April 14, 2020, from https://elpais.com/cultura/2020-03-12/una-fake-news-derroto-a-la-armada-invencible.html

‘Our pain for their gain’: the American activists manipulated by Russian trolls. 2017. https://www.theguardian.com/world/2017/oct/21/russia-social-media-activism-blacktivist

Peirano, M. (2019). El enemigo conoce el sistema. Debate.

Retratos da Leitura no Brasil. 2016. http://prolivro.org.br/home/atuacao/28-projetos/pesquisa-retratos-da-leitura-no-brasil/8042-downloads-4eprlb

Russia deploying coronavirus disinformation to sow panic in West, EU document says – Reuters. (2020). Retrieved April 10, 2020, from https://www.reuters.com/article/us-health-coronavirus-disinformation/russia-deploying-coronavirus-disinformation-to-sow-panic-in-west-eu-document-says-idUSKBN21518F

Sullivan, M. C. (2019). Why librarians can’t fight fake news. Journal of Librarianship and Information Science, 51(4), 1146–1156. https://doi.org/10.1177/0961000618764258

Tackling the Information Crisis: A policy Framework for Media System Resilence. 2019. http://www.lse.ac.uk/media-and-communications/assets/documents/research/T3-Report-Tackling-the-Information-Crisis.pdf

UNESCO. Disinformation. http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-andinformation/freedom-of-expression/media-development/disinformation/

UNESCO. Journalism, fake news & disinformation: handbook for journalism education and training. [s.l: s.n.]. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000265552.locale=es 

Vosoughi, S., Roy, D., & Aral, S. (2018). The spread of true and false news online. Science, 1151(March), 1146–1151. https://doi.org/10.1126/science.aap9559

Links e ferramentas

Comissão de Confiabilidade Informacional e Combate à Desinformação no Ambiente Digital (CIDAD) – Links úteis: http://cidad.bu.ufsc.br/links-uteis/

EDUCAMÍDIA: https://educamidia.org.br/recurso/guias-contra-a-desinformacao-na-escola

GOOGLE MIDIAMAKERS: https://sites.google.com/midiamakers.org/eduinfo/projetos

NOVA ESCOLA: https://novaescola.org.br/guias/1498/palavra-aberta# 

SOBRE WHATSAPP: https://veja.abril.com.br/tecnologia/whatsapp-limita-compartilhamento-a-um-contato-por-vez-para-frear-fake-news/

https://www.tecmundo.com.br/software/151207-whatsapp-testa-funcao-combate-fake-news-coronavirus.htm

Como agir frente à desinformação científica (Fake News)

Original publicado no meu Facebook em 2019 (https://www.facebook.com/enrique.muriel/posts/10220702676015707)

Breve guia para sobreviver as notícias que solucionam os problemas do mundo de um jeito simples. Aqui temos um exemplo de como uma manchete e um artigo científico são 2 coisas diferentes.


1. NÃO ACREDITE NAS MANCHETES.
Leiam a manchete: «Meditação tem resultado similar aos dos remédios para ansiedade e depressão». Que conclusão tiram a partir dela?

«Meditação tem resultado similar aos dos remédios para ansiedade e depressão». Publicado por O Globo.

Será que vou poder deixar meu antidepressivos? vou deixar de lado meus remédios contra a ansiedade se faço meditação? Não. A manchete é FALSA.

2. VAI ATRÁS DOS TRABALHOS CIENTÍFICOS E LEIA.
Se não sabe muito inglês utilize alguma ferramenta online, tem muitas. Pegue o resumo e procure os objetivos do trabalho para ver sobre o que é esse estudo, depois pode dar uma olhada nos resultados e conclusões.

Metodologia: nesta caso é uma meta-análise, isto é um estudo sobre estudos já publicados. É um tipo de trabalho que precisamos ter precaução e não tirar conclusões rápidamente, se os primeiros não foram bem feitos, imagine como serão os resultados.

Resultados: Quando veja frases do tipo: «These reviews have largely included uncontrolled and controlled studies, and many of the controlled studies did not adequately control for placebo effects (eg, waiting list– or usual care–controlled studies)» -> PRECAUÇÃO. É muito provável que os resultados tenham um problema metodológico.

Além disso fala de «small to moderate reductions of multiple negative dimensions of psychological stress.» Não significa que exista uma grande correlação entre meditar e redução de estresse, ainda menos que exista causalidade. A diferencia entre correlação e causalidade é fundamental.

Depois de ler podemos comprovar que jamais o estudo aponta categoricamente ao resultado da manchete: «Meditação tem resultado similar aos dos remédios para ansiedade e depressão», porque infelizmente não é certo.

3. NÃO COMPARTILHE DESINFORMAÇÃO.
Se gosta de meditar, ótimo, seja muito feliz, relaxe… mas não precisamos compartilhar desinformação, porque é FAKE/MENTIRA.

4. SE PRECISA AJUDA, PROCURE UM PSICÓLOGO.
Se está em uma situação de ansiedade ou depressão procure ajuda profissional e não acredite em qualquer coisa que leia.

Meditation Programs for Psychological Stress and Well-being A Systematic Review and Meta-analysis https://jamanetwork.com/…/jamainternalm…/fullarticle/1809754

Meditação tem resultado similar aos dos remédios para ansiedade e depressão (Notícia FALSA) https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/meditacao-tem-resultado-similar-aos-dos-remedios-para-ansiedade-depressao-11222530

Informação e desinformação na era das manchetes

Informação e desinformação. Definições

A presente notícia é apenas um conjunto de ideias pra refletir sobre a informação hoje, sobre o que lemos e como passamos nossa mensagem aos outros.

Não sempre é simples diferenciar o que eu gosto/quero de como são as coisas, será que é importante diferenciar entre fato e ficção, entre verdadeiro e falso? Bom, pra manter a democracia, sim.

Cuando la verdad no importa.

Vamos começar com umas definições para entender os conceitos principais do assunto.

La información es un conjunto organizado de datos procesados, que constituyen un mensaje que cambia el estado de conocimiento del sujeto o sistema que recibe dicho mensaje.

Wikipedia. Información

Bom, se a informação apresenta uma definição simples, para desinformação a UNESCO decide dividir em 3:

Desinformação: informação falsa e deliberadamente criada para prejudicar uma pessoa, um grupo social , uma organização ou um país.


Informação incorreta: informação falsa, mas não criada com a intenção de causar algum dano.


Má-informação: informação que é baseada na realidade, mas usada para causar danos a uma pessoa, organização ou país.

UNESCO. Desinformação.

Mas não é apenas uma questão de erros, a desinformação tem um objetivo que poderia ser resumido como:

«O objetivo da desinformação é que vc pense que tudo é mentira»

Marta Peirano. Entrevista a Marta Peirano: “Facebook es un paraíso fiscal de la información”.

As notícias falsas não são inocentes mentiras, podem ser utilizadas para desestabilizar países ou colocar em risco a democracia. Estamos falando de um assunto que é monitorado pelos serviços de Inteligencia dos países, como o caso do CNI na Espanha.

Se quer saber um pouco mais sobre Fake News, pode ler o post (Fake News: Pós-verdadeiro ou falso ) e assistir ao vídeo.

Para uma primeira aproximação, a IFLA oferece algumas dicas básicas para saber como identificar mentiras.

IFLA. Como identificar notícias falsas.

Leitura

É preciso ler mais e ler melhor. Entender o que se lê.

Quais são as fonte de informação que utiliza? Quem é o autor? Quem paga o salário? Da pra acreditar? O grande especialista é um terraplanista?

Por quê vc lê o que lê? Quem ou que te enviou essa notícia? Como vc chegou até ela ou ela até vc?

Vc acessa à informação? Como? O que acontece quando a informação tem um paywall? Poderia acessar a essa informação de algum jeito? Sim, pode: Cómo saltar el muro de pago de un diario en línea.

Equilibrio entre o nosso conhecimento e a confiança no critério dos expertos (de verdade).

Quem controla a narrativa, controla o discurso. As vezes precisamos aprofundar nos estudos científicos ou nos dados pra entender sobre um assunto.

Sabe diferenciar a informação da propaganda? Consegue evitar os clickbaits? Sabe fugir dos conteúdos de Taboola ou Outbrain?

É importante ser conscientes que podemos estar errados, a aprendizagem é melhorar sempre. A ciência é a busca permanente da verdade.

Vieses

Os humanos analisamos a realidade pelo conhecimento adquirido até o momento. Mas não esqueça:

«Para quem só sabe usar martelo, todo problema é um prego»

Ditado popular brasileiro

Todos cometemos erros, temos preconceitos e vieses. Um dos mais comuns é o viés de confirmação, que é a «tendência de se lembrar, interpretar ou pesquisar por informações de maneira a confirmar crenças ou hipóteses iniciais».

Alguns assuntos são muito complexos, não temos como saber todo, e a simplificação dos mesmos pode nos levar a conclusões erradas.

Suas ideias são suas? Vc não está reproduzindo o que falam seus colegas/chefes/políticos de estimação?

As mensagens que vão diretas a suas emoções deveriam ser avaliadas com a maior precaução.

Mensagens

Qual é o seu propósito final? O que vc gostaria de conseguir exatamente e como vai chegar até la. Qual é o caminho que vai seguir?

Qual é a sua mensagem? Aonde você compartilha sua mensagem, no espaço físico (qual?), no espaço digital (aonde)?

As mensagens devem estar adequadas ao público destinado. Como regra geral as mensagens devem ser simples e claras, pra que a maior parte da população objetivo possa entender.

As mensagens e as emoções tem uma forte ligação no contexto da pós verdade. As emoções nos fazem sentir a necessidade de compartilhar ou comentar nas mídias sociais. Algumas palavras captam melhor nossa atenção, como os termos relacionados com a moral e as emoções (crime, piedade, direito / medo, amor, choro), já que chamam mais a atenção nas mídias sociais do que os termos neutros:

«We found that moral words (such as crime, mercy, right), emotional words (such as afraid, love, weep) and moral-emotional words (such as abuse, honor, spite) captured more attention than neutral ones (such as coast, novel, maze)» (…)»Moral and emotional words (such as lewd, kill, evil, faith and sin) were the most captivating.«(…) «But positive moral messages also gain traction on social media.«

Why Moral Emotions Go Viral Online

A indignação é outra das chaves, mas as vezes pode ser uma faca de dupla gume, depende como se utilize. (Cómo nos manipulan y polarizan las emociones en redes sociales).

Outros autores como Fogg insistem na importância da esperança como sentimento motivador das pessoas.

Na hora de comunicar uma informação as mensagens devem sair da nossa bolha física (universidade) e da digital (círculo de contactos). É importante tentar chegar a lugares aonde tradicionalmente não chegam.

As palavras das mensagens devem ser refletidas, a linguagem cria nossa realidade ou ajuda muito a criá-la.

O que se fala sobre mim/meu propósiro? Quais são os comentários que aparecem na internet sobre mim/minha empresa? É importante fazer um seguimento pra poder posicionar um discurso mais favorável.

E por último, não esqueçam que as melhores mentiras são aquelas que tem uma parte de verdade. É uma das estratégias mais simples de manipulação e desinformação.

Bibliografia e links de interesse

Alfabetização e segurança digital: melhores práticas de uso no Twitter. https://www.oas.org/pt/ssm/cicte/docs/20190916-POR-Alfabetismo-y-seguridad-digital-Twitter.pdf

Castells, M. (2005). A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra.

Castells, M. (2012). Redes de indignación y esperanza: los movimientos sociales en la era de Internet.

EFF. Quer um kit básico de segurança? https://ssd.eff.org/pt-br/playlist/quer-um-kit-básico-de-segurança

El lenguaje configura nuestra visión del mundo. https://www.nuevatribuna.es/articulo/cultura—ocio/lenguaje-configura-nuestra-vision-mundo/20190425175507162173.amp.html

Foog, BJ. A behavior model for persuasive design. DOI: 10.1145/1541948.1541999

Matute, H. Nuestra mente nos engaña: sesgos y errores cognitivos que todos cometemos. Shackleton Books, 2019.

We need to talk about the internet’s fake ads problem. Wired. 2017 https://www.wired.co.uk/article/fake-news-outbrain-taboola-hillary-clinton