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La ciencia ficción y la tecnología del futuro

Desconozco lo que estás haciendo, pero (si no es muy importante) te sugiero que lo dejes de lado y hagas un viaje de ciencia ficción a otro mundo.

El programa de Iñaki Gabilondo, “Cuando ya no esté”, consiste en una serie de entrevistas a especialistas de diferentes  áreas: biología, tecnología, arquitectura, etc. Un seriado muy recomendable para saber cómo será el futuro de aquí a unos 20 años.

Huxley, Lovecraft, Orwell, Asimov, Clark, Wells… ¿quiénes son estos tipos tan poco imaginativos? Esta será la pregunta que te harás cuando veas los dos vídeos con la apasionante e increíble historia que cuenta José Luis Cordeiro, profesor de la Singularity University, una aventura académica financiada por Google y la NASA.

Segunda parte.

Sus afirmaciones pueden causar escepticismo, miedo, esperanza, pero por encima de todo elevan el nivel creativo de la ciencia ficción, que tal vez algún dia sobrepase el adjetivo ficción y se convierta simplemente en ciencia. Al fin y al cabo, ¿qué sería de la ciencia sin imaginación?

¿Y tú, como imaginas el mundo en 20 años?

Publicación del libro: “Competência em informação: Políticas Públicas, teoria e prática”

Durante el pasado “XVII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação”, ENANCIB 2016 (Salvador de Bahía, 20-25 de noviembre), se lanzó el libro “Competência …

Estudos Científicos e Mídia

O comediante John Oliver no seu conhecido show Last Week Tonight, fez uma crítica sobre como são apresentados os estudos científicos na mídia. Por uma parte temos a má Ciência, que seria aquela com uma metodologia duvidosa, a que infere resultados que não são correlacionados ou aquela onde os interesses dos patrocinadores podem influir sobre os resultados, por exemplo. Noutro lado temos a mídia, que as vezes pega um artigo e o descontextualiza de um jeito que já não importam mais os resultados, só o título que eles querem para dar uma notícia, procurando aqueles que são mais sensacionalistas, para chamar mais a atenção.

Como vemos são dois problemas diferenciados. A ciência pode ter problemas de veracidade na hora que a fonte de financiamento do estudo pode influir nos resultados. Para tentar solucionar o problema o melhor é procurar sempre a fonte original e olhar criticamente se a metodologia, objetivos, resultados e conclusões, assim como as mostras, são as adequadas.

Para o problema da mídia a solução parece mais complexa. Os titulares atraentes são mais importantes do que a verdade. El clickbait da tv, por exemplo, essa chamada de atenção de um estudo científico que afirma que tomar chá olhando para a estrela norte é bom para seu pâncreas, é mais difícil de evitar. A mídia tradicional, tv, rádio, ou internet não são só fontes de informação, as vezes podem funcionar também como poderosas fontes de desinformação.

O melhor para tentar evitar esses problemas: competência em informação.

[no vídeo pode colocar subtítulos em várias línguas]

E você, já viu algum estudo científicos desses “estranhos”?